quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Carta de pedido de Apoio para ShockWave 2010 Na Igreja Metodista
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Panorama Anual de Países com Cristãos que sofrem Perseguição

Existem cerca de 20.000 coreanos do norte nas prisões políticas, incluindo cerca de 50.000 cristãos.
“Os cristãos são visados por forte repressão do governo socialista e quando são pegos, deixam de ser considerados seres humanos. Em 2009 recebemos evidências de que alguns dos cristãos foram usados em testes de laboratório para testar armas de guerra químicas e biológicas” disse o um experiente observador da Coréia do Norte, que não pode ser identificado por razões de segurança.
Obter informações sobre a situação na Coréia do Norte resulta em grande risco e frequentemente em grande custo de vidas.
“A gravidade e intensidade da perseguição na Coréia do Norte ultrapassa de longe qualquer país, de acordo com o que podemos medir”, disse Carl Moeller, presidente e CEO da Open Doors EUA. “Existem cerca de 50.000 cristãos presos em campos de trabalho forçado. Se um cristão é pego com uma Bíblia, por exemplo, não só ele é preso mas sua esposa, suas crianças e seus pais também serão levados a campos de trabalho forçado. Muito provavelmente, eles nunca conseguirão sair com vida. Por que são mal alimentados e mal vestidos no meio do inverno coreano e trabalham literalmente até a morte”.
Mesmo com a perseguição, contudo, a igreja continua a crescer na Coréia do Norte assim como em muitos dos outros países da lista da World Watch List.
“Nós avaliamos contudo que a igreja cristã está crescendo na Coréia do Norte e que existe um reavivamento contínuo das igrejas clandestinas e sem registro, e essa realidade não é desconhecida das autoridades socialistas. Elas continuam a eliminar as igrejas clandestinas na Coréia do Norte” disse Moeller.
Crescimento provoca reações
Assim como com outros países da lista, a Coréia do Norte mostra duas tendências importantes para os cristãos, continua Carl Moeller.
“A primeira tendência que a lista nos mostra é que a situação está definitivamente se tornando pior em todo o mundo para os cristãos”, disse ele. “Literalmente centenas de milhões de cristãos enfrentam perseguição, preconceito, repressão ou restrições. Conforme o estudo indica, 70% do mundo vive em regiões sem liberdade religiosa. Nós estamos falando de bilhões de pessoas que vivem em lugares onde a liberdade de consciência e crença não é respeitada”.
Moeller continua: “A segunda tendência que a lista nos mostra é que exatamente nos mesmos lugares onde a perseguição está mais forte e aumentando a cada dia, a igreja está também crescendo. Está crescendo numericamente e também em profundidade e força. Nós escutamos muitas estórias de indivíduos que abraçam a fé em Cristo através de milagres, mas também através de modos comuns tais como pessoas testemunhando a fé em Cristo em sua vizinhança ou blocos de apartamentos.”
Irã
O Irã estava por muitos anos em terceiro lugar, logo atrás da Arábia Saudita. A onda de prisões de cristãos no Irã, que começou em 2008 e continuou com mais força em 2009, resultou na detenção de pelo menos 85 cristãos. Há suspeitas de que as prisões seriam um modo do governo iraniano distrair a atenção popular dos protestos contra a reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad em junho de 2009.
“A passagem do Irã para o segundo lugar é digno de nota. As crentes Maryam Rustampoor e Marzieh Amirizadeh foram presas simplesmente por ser cristãs e por terem recusado renegar sua fé em Jesus Cristo. Elas foram soltas quase dois meses atrás, ajudadas por uma campanha mundial da Open Doors e outras organizações cristãs. Mas essas duas bravas mulheres junto com centenas de outros crentes ainda correm risco no Irã”, disse Moeller.
Nova entre os dez primeiros colocados é a Mauritânia, na África do Norte, subindo para a oitava posição. A Mauritânia subiu 10 posições no ranking, o que é o maior salto de qualquer país na pesquisa. A situação se deteriorou devido ao assassinato de um trabalhador social cristão em junho de 2009, a prisão e tortura de 35 cristãos mauritanos em julho e a prisão de um grupo de 150 cristãos da região subsaariana em agosto de 2009.
Dos 10 primeiros países na classificação, 8 são países de maioria muçulmana – Irã, Arábia Saudita, Somália, Maldivas, Afeganistão, Iêmen, Mauritânia e Uzbequistão. A Coréia do Norte e o Laos são países comunistas. Também, 35 dos 50 países da lista têm governos muçulmanos.
Para ver a lista completa e ter mais informação, por favor visite www.opendoorsusa.org .
domingo, 21 de fevereiro de 2010
ShockWave 2010 - Na Igreja Metodista em Jd. Ranieri

Durante o evento, em mais de dez países do mundo, em todos os continentes, jovens se reúnem para orar formando, por causa dos diferentes fuso-horários, uma onda gigante de oração.
Isto é SHOCKWAVE.

A galera brutal Core estará reunida na Igreja metodista no Jardim Ranieri. Estaremos fazendo o Shock Wave 2010 dividido em duas partes.:
1° = VIGILIA do CLAMOR apartir das 22:00horas. Será uma vigilia voltada para o tema Intercessão para igreja perseguida no Mundo. Louvor ao Violão, Oração pelos países, Dinamicas em grupo, palavra Viva e Colchões pelo chão, mucho Loco.
2° = Culto do CLAMOR das 17:00hs até 19:00hs, estaremos fazendo um mapa gigante com os países de cristãos que mais sofrem com as perseguições. Também teremos ministrações atraves da musica + teatro + Video Art + Intercessão. Compareça e faça parte desta rede.
http://www.underground.org.br/eventos/shockwave/
quinta-feira, 5 de março de 2009
Habitos alimentares dos povos_por Ingrid Cicca
Há muitas diferenças nos hábitos alimentares dos povos. Se olharmos para os padrões alimentares dos brasileiros e compararmos com a de outros povos, muitos deles soarão esquisitos para nós. Por exemplo, em países como Guiné Bissau, Indonésia, China e Coréia é comum comer carne de cachorro, na Índia tomam sopa de cobra, em Hong Kong apreciam um assado de sapo, no Azerbaijão comem até o pênis do carneiro e na Tailânia baratas fritas são consideradas iguarias. À primeira impressão é a de estranheza, mas, o inverso também ocorre. Alguns povos também consideram estranhos alguns de nossos hábitos alimentares. Os judeus, por exemplo, ficam escandalizados com nossa prática de comer carne de porco.
Na Índia, a culinária destaca-se pelo uso de grande variedade de temperos aromáticos e condimentos picantes. Dependendo da região do país, o clima é bem frio e os temperos ajudam a reter a temperatura do corpo. Assim como na Índia, no Nepal e na Tailândia os pratos servidos também são bastante apimentados.
No Brasil, o comum é servir primeiramente as saladas antes dos pratos quentes. O mesmo não ocorre na Itália. A salada é servida depois do prato principal. Os brasileiros adoram carne, prova disso são os gaúchos especialistas no preparo do delicioso churrasco. Em contrapartida, os egípcios raras vezes comem carne vermelha e até mesmo peixe e por isso são vítimas da desnutrição e anemia. A alimentação deles é composta por muitos cereais e legumes. Um dos preparos tradicionais dos egípcios é o kishk, uma pasta de cereal e farinha misturada com legumes que é servido com pão, feito de milho.
É preciso preparar o paladar para enfrentar novos hábitos alimentares, pois dependendo do país recusar comida pode ser encarado como uma ofensa. Além de toda esta diversidade culinária, o modo como as pessoas se alimentam também têm suas peculiaridades. Por exemplo, quando comemos macarrão ao molho, aprendemos, desde a infância, que não é correto sugar o macarrão, considerado totalmente deselegante. Esta recomendação já não vale para os japoneses. Quando mais ruidosamente sugar o macarrão, melhor é. Arrotar na mesa, então, nem pensar! Isto foge das regras de etiqueta, pelo menos para nós, brasileiros. Já nos países árabes, arrotar após as refeições é um sinal de elogio. Existem países na África que dispensam qualquer tipo de talher na hora de comer, preferem utilizar às mãos para levar a comida à boca.
A alimentação é mais um dos desafios que terá que ser enfrentado pelo missionário transcultural. A adaptação ao novo hábito alimentar pode durar meses ou até mesmo anos.
Ingrid Cicca
ingrid@guiame.com.br